Perguntas frequentes

Segundo a Organização Mundial da Saúde, o autocuidado implica uma atitude ativa e responsável em relação à própria qualidade de vida e bem-estar, com o objetivo de prevenir e lidar com doenças. Um de seus pilares é são os Medicamentos Isentos de Prescrição, pois permitem ao usuário tratar suas doenças ou sintomas com produtos aprovados, disponíveis sem receita, seguros e eficazes quando usados ​​em condições estabelecidas. Não é o mesmo
que auto-prescrição, que se refere à aquisição de medicamentos que exigem receita médica sem a prescrição.

Esses medicamentos são usados ​​para tratar condições menores que geralmente não requerem intervenção médica, como dores musculares, abdominais ou de dor de cabeça, azia, alergias, pediculose ou um resfriado simples. É importante procurar um profissional se a condição persistir ou piorar ou se surgirem efeitos adversos.

Para que um medicamento isento de prescrição funcione adequadamente e desenvolva sua ação terapêutica, ele deve ser usado apenas para o que é indicado, seguindo em detalhes todas as instruções na caixa ou embalagem e no folheto informativo. Também é importante prestar atenção aos possíveis efeitos adversos, contraindicações e às recomendações para armazenamento adequado.

Antes de consumir um medicamento, é importante determinar qual condição você está tendo para selecionar o tratamento mais apropriado. Às vezes, a doença é evidente (como uma dor de cabeça), mas nos casos em que não é, é melhor consultar o médico. Você também deve considerar que outros fatores podem influenciar ou alterar o tratamento escolhido, como gravidez, idade ou problemas crônicos, como diabetes, hipertensão ou asma.

É sempre recomendável verificar primeiro se o problema pode ser resolvido sem medicação. Por exemplo, quando a dor de cabeça ocorre devido à falta de sono ou cansaço, é melhor descansar.

Em geral, os riscos dos medicamentos isentos de prescrição estão ligados ao seu uso inadequado: para doenças contra as quais não é indicado; em doses mais altas que o recomendado; por mais tempo do que o recomendado ou associado ao consumo simultâneo de outros medicamentos. Todos esses riscos são evitáveis, fazendo o uso correto.

Os principais motivos para interromper o uso de medicamentos e consultar um médico são: se os sintomas persistirem, se piorarem, se o usuário tiver dor aguda, se aparecerem efeitos colaterais indesejados, se o paciente tiver problemas psicológicos.

A origem usual dos MIPs é o processo chamado reclassificação ou switch, que ocorre quando a autoridade sanitária do país decide que um medicamento prescrito pode começar a ser vendido como um produto sem receita, com base em seu histórico de uso seguro e eficácia, desde que se enquadre nas características dos MIPs.

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